Peace and the police/ Paz e a polícia

“Police reform is happening by way of the UPPs.”

–Sílvia Ramos, undersecretary for integrated action in the territory, state UPP social program

O Globo reports that Rio’s police are killing fewer people: shooting deaths in police self-defense in August 2010 came to 30, less than half the 75 that occurred in August 2009.

In the first half of 2010, this type of homicide was down 10%, compared to the same period in 2009. Fewer police officers died in the line of duty, as well– 23 officers from the military and civil police forces were killed in the first half of 2009, against eight in 2010.

Police reform has been on the carioca agenda for at least ten years; the memoir Meu Casaco de General by anthropologist Luiz Eduardo Soares (one of the authors of the Elite Squad books), former state public safety undersecretary, laid out in back 2000 what needed to be done and why. But the challenges are knotty, beginning with the fact that Rio has a military police force, the civil police, traffic police, the municipal guard, highway police, and the local office of the federal police, Brazil’s FBI. And then there are the militias, that extort protection in poor areas of the city. It could be, as Ramos posits, that the UPP, or police pacification program, present now in 13 favelas, is causing a shift in attitudes and behaviors.

The overall August monthly crime statistics released by the state government’s Public Safety Institute (ISP, using the Portuguese acronym), are indeed heartening:  344 murders in Rio de Janeiro state, the fewest since 1991. This is 20% down from the previous August.

In Copacabana, only one car was stolen in August; both there and in Botafogo no homicides occurred, possibly a reflection of the police pacification units now installed in those areas.

Street crime was also down, 8%– but, as Globo notes, the “wave of arrastões” (see here for a post on this kind of urban crime) hadn’t yet begun in August.

Using official statistics, CeSeC, a study center that is part of the Cândido Mendes University, found that homicides per 100,000 inhabitants in the January-August period of the year fell from 25.5% in 2009 to 20.3% in 2010.

“A reforma da polícia está vindo pelas UPPs.”

— Sílvia Ramos, Subsecretária de Ações Integradas no Território, UPP Social

O Globo noticia que a polícia carioca anda matando menos gente: os homícidios resultantes de legítima defesa policial em agosto de 2010 totalizaram 30, menos de metade dos 75 que ocorreram em agosto de 2009.

No primeiro semestre de 2010, houve um decréscimo neste tipo de homicídio de 10%, comparado como mesmo período de 2009. Também morreram menos policiais em serviço– 23 policiais civis e militares foram mortos na primeira metade de 2009, contra oito em 2010.

Sabe-se há pelo menos dez anos da necessidade por uma reforma policial; o livro de memórias Meu Casaco de General pelo antropólogo Luiz Eduardo Soares (um dos autores dos livros Elite da Tropa) subsecretário estadual de segurança pública no governo Garotinho, já em 2000 afirmava o que era preciso fazer, e porque. Contudo, os desafios são cabeludos, a começar pelo fato que o Rio de Janeiro tem uma polícia militar, a polícia civil, a CET, a guarda municipal, a polícia rodoviária, e o braço local da polícia federal. E depois há as milícias. Pode ser, conforme sugere Ramos, que as UPPs, presentes agora em 13 favelas, realmente estão trazendo uma mudança de atitudes e comportamentos, e não apenas entre traficantes de drogas.

As estatísticas mensais de agosto divulgadas pela autarquia estadual ISP são encorajadoras: 344 homicídios no estado de Rio de Janeiro, o menor número desde 1991. Representa uma queda de 20% em comparação com agosto de 2009.

Em Copacabana, apenas um carro foi roubado em agosto; lá e também em Botafogo, não houve homicídios no mês, possivelmente, como O Globo sugere, um reflexo das UPPs na região.

A crime de rua também teve queda, de 8%– mas, como o jornal comenta, em agosto a “onda de arrastões” (veja aqui um post sobre o assunto) ainda não havia começado.

Utilizando a estatística oficial, CeSeC, um centro de estudos que faz parte da Universidade Cândido Mendes, concluiu que os homicídios por 100 mil habitantes no período janeiro-agosto tiveram queda de 25,5% em 2009, para 20,3% em 2010.

 


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About Rio real

American journalist, writer, editor who's lived in Rio de Janeiro for 20 years.
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One Response to Peace and the police/ Paz e a polícia

  1. potenzmittel says:

    I don’t usually reply to posts but I will in this case.
    my God, i thought you were going to chip in with some decisive insght at the end there, not leave it
    with ‘we leave it to you to decide’.

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